19/05/2012

Fórum Panrotas – Resumo – 2

16 de março de 2010

FUTURO DO TURISMO RECEPTIVO NO BRASIL

“Day after” e Disney Rio

Para Fábio Giambiagi, economista especialista em finanças públicas, ex-acessor do Ministério do Planejamento e atual chefe do Departamento de Risco de Mercado do BNDES, há três grandes eventos que trarão grandes oportunidades para o Brasil, tanto no cenário mundial quanto internamente:  em 2014, a Copa, em 2016, as Olimpíadas, e em 2022, o Bicentenário da República.  Conteúdo, o país só se beneficiará realmente, se souber aproveitar o “day after”, ou seja, o pós-evento.  Tudo o que for feito em termos de investimento terá que dar perspectiva de retorno a projetos turísticos como a hotelaria, por exemplo.  Será que haverá a continuidade do  “bum!” turístico depois, de modo que justifique o investimento?  Pensando nisto e no fato de que há a perspectiva de crescimento da população e da renda “per capita”, o economista propõe o foco na América Latina como público-alvo ideal para se investir em projetos turísticos no Brasil.

Fábio Giambiagi defende a criação de uma Disney Rio.  Entre as justificativas estão os seguintes fatos:  o Rio de Janeiro é um centro da América Latina; nem todos podem ir a Orlando devido ao custo que fica alto para famílias maiores; não há intolerâncias etno-religiosas; a América Latina, especialmente Chile e Colômbia, está crescendo economicamente.  Em contra-partida, os aspectos negativos de um projeto como este seriam:  o baixo nível educacional do povo brasileiro; pouca infra-estrutura para uma demanda turística dessa natureza; a preocupante situação dos aeroportos.

Queda do desemprego X recursos do pré-sal

Se por um lado o desemprego cai de 12% para 8%, por outro o país usa mal os recursos da carga tributária porque, apesar do desemprego cair, o gasto com o seguro desemprego duplicou, por exemplo.  Para Fábio Giambiagi, o problema não é se vamos crescer; o problema é o país que vamos deixar para nossos filhos.  Hoje temos relativamente pouca aposentadoria e muito petróleo.  Temos que nos preparar para quando tivermos muita aposentadoria e pouco petróleo.

Ao final da palestra abriu-se um debate do qual registrei algumas colocações interessantes, suscitadas pelas perguntas de um dos convidados, Luiz Carlos Barboza, representando o Sebrae Nacional:

Não há espaço para reduzir a carga tributária a curto prazo.  A médio prazo, sim, quando os cofres começarem a receber os recursos do pré-sal.
Em relação à questão trabalhista, é necessário o engajamento maior do empresariado.
Desemprego entre jovens é muito maior que noutras faixas etárias.  É necessário reduzir a multa do FGTS para os mais jovens da população.


TECNOLOGIA :: O IMPACTO DA INTERNET NOS NEGÓCIOS

Na sequência, Tony Surtees, presidente da Hyperlocaliser, fala sobre a importância da tecnologia nos negócios, inclusive no turismo.  Surtees abre sua palestra dizendo que os números mostram que a Tecnologia traz mais oportunidades do que ameaças.

Números da Internet

Em 1997 eram 26 milhões de páginas na web.
Hoje são 86 milhões de páginas .com.
Em 2010 chegará a um 1 trilhão de páginas, mais vídeo e áudio cujo uso cresce diariamente.
Por dia, registram-se no mundo 100.000 domínios .com.

O melhor site é aquele que:

:: é útil, relevante
:: tem muito tráfego
:: em vez de ser 1 site com tudo, um conjunto de sites cada um para um público, produto ou tema, todos lincados

Falhas dos sites de turismo

Ao navegar por vários sites brasileiros de turismo, Surtees aponta que pecam pela falta de:

:: multimídias – afirma que encontrou pouco
:: troca de idéias, depoimentos – não encontrou nenhum
:: blogs – não encontrou nenhum
:: mídia social – não encontrou nenhum

O futuro é as empresas publicarem redes de sites menores, que possibilitem riqueza experiências indo além da questão “preço”.  O consumidor (86%) não acredita mais em anúncios e sim na recomendação dos seus pares.

Os grandes sites passivos e massivos estão se acabando.  A web é um catálogo vivo de “intenções de compra”.  A mídia social é um barômetro em tempo real daquilo que o consumidor sente e deseja.  As redes que integram interesses influenciam muito mais.  “É isto que queremos.  Nós gostamos do que os outros gostam”.

Os millenials

São as atuais crianças e futuros consumidores, internautas nativos que gastam cerca de 16 horas por semana navegando.  Isto significa que os sites serão as primeiras vitrines e a internet será a primeira mídia, portanto, precisamos  começar a propiciar mais interatividade com o usuário.  Um exemplo fantástico é o recém lançado AUGMENTED REALITY, em que o celular, por estar conectado via satélite e tendo internet ao apontar a câmera fotográfica dele para algum monumento ou paisagem, há o reconhecimento imediato via web e aparecem informações sobre o monumento, sem mesmo precisar pesquisar por ele e nem fotografá-lo.  Apontou a câmera, capta a imagem, reconhece-a e informa sobre a mesma.  Funciona com vitrines de lojas da mesma forma que com monumentos.  Ao andar pelas ruas onde haja comércio e serviços em seus prédios, na hora o celular acusa quais são, as promoções e preços.  Outro recurso curioso é o TRIPIT, que ajuda os viajantes a se conectarem entre si.  Dois amigos viajam e um não sabe que o outro está viajando, mas calha de estarem na mesma cidade.  Através do OpenID o Google reconhece que estão na mesma cidade e avisa de um para o outro.  Essa será a realidade, a vida, dos millenials.  Informação móvel em tempo real.  Conhecimento e comunicação na palma da mão.  O consumidor não buscará mais a informação; ela virá até ele.

Jorge Cordova, da Travelocity afirma que é incrível o crescimento de reservas  via celular.

Edmar Bull, da Rapi10 On Line, afirma que hoje o consumidor em vez de trocar de carro, troa de servidor e ferramentas.  E como o turismo em geral crescerá 25% e o turismo corporativo 12%, haverá espaço para todos os que lidam com tecnologia voltada para o turismo.  O mais rápido sairá na frente.

José Rivera, da Jumbo, uma das maiores agências de viagem on line na Europa, que movimenta 430 milhões de Euros por ano, concordou com Cordova e Bull.

Paulo Salvador, consultor, não pensa da mesma forma.  Afirma que a indústria de viagens vai ao contrário do IT Outsourcing (brokers, retroalimentação de sistemas), porque cada vez mais os fornecedores querem contato direto “one-stop shopping”  (parou, comprou), pois os GDS’s são lentos e causam sofrimento aos revendedores cada vez que há mudança nos dados.


FUTURO DO TURISMO EMISSIVO NO BRASIL

Flórida quer mais brasileiros

Ed Fouché, do Visit Florida, afirmou isso e deu as seguintes justificativas:

:: o real agora compra muito mais
:: o Brasil cresceu 5.35%
:: o Brasil é um dos países que mais enviou turistas à Flórida
:: o Brasil será uma das economias mais dominantes do mundo
:: o Brasil pode vir a ser a quinta maior economia do mundo em alguns anos
:: a Flórida parece ter chamado a atenção dos brasileiros e tem recebido mais que qualquer outro estado nos EUA
:: a iniciativa da TAM em lançar vôo direto SP-Orlando
:: a maior eficiência, rapidez e modernidade na emissão de vistos (em 2009  o Consulado dos EUA em São Paulo processou mais de 85.000  vistos)
:: 9 entre 10 brasileiros vêm as férias como uma oportunidade de reconectar-se à família
:: os brasileiros viajarão para a Europa, a África e o Caribe, mas certamente voltarão sempre à Flórida por causa de sua coleção de belezas, milhas de praias paradisíacas e atrações de alta classe

Como a Flórida e a Disney pretendem atrair mais brasileiros?

:: melhora dos serviços de atendimento ao cliente nos aeroportos
:: aeroporto FLD é o sexto em satisfação do cliente nos EUA
:: combinação de orçamentos e recursos para alcançar as expectativas dos brasileiros
:: anúncios em português e incentivo aos jornalistas brasileiros para escrever sobre o destino
:: campanha “Orlando é só Alegria”, em que o Brasil é um dos únicos três mercados-chave com propaganda direcionada através da Internet
:: Disney investe enviando profissionais para o Brasil
:: mantém forte relacionamento com as companhias aéreas
:: lança materiais em português
:: altos investimentos em marketing
:: lança novidades baseadas em personagens de sucesso no mercado brasileiro e demais mercados-chave

Novidades na Disney

1 – Mundo Harry Potter
2 – Manta: a montanha-russa que está sobrepujando muitas atrações Disney
3 – Cruzeiros “Disney Dream” e “Disney Fantasy”: primeiro com tobogã tipo aquaduto, onde se vê a vida no oceano, e com velocidade da água a 23pés por segundo
4 – Walt Disney Resort: com Star Wars Galaxy em 3D, lançará os Star Tours em 2011

Todos os Estados Unidos querem mais brasileiros

Bruce Bommarito, da US Travel Association, afirmou isso, dando as seguintes justificativas:

:: os EUA foram muito afetados por conceitos equivocados sobre os efeitos da tecnologia
:: fizeram um estudo pelo mundo e verificaram que um dos motivos pelos quais as pessoas não iam mais para EUA era a indesejável experiência com a imigração
:: o cenário político é favorável e o Brasil foi o último país a ser afetado pela recente crise econômica e foi o primeiro a sair dela

Bommarito afirmou que o mercado brasileiro cresceu drasticamente para os EUA e que estes pretendem atingir 1 milhão de brasileiros.  Disse também que os brasileiros são muito bem vindos na Flórida, mas que os outros mercados americanos logo estarão atrás dos brasileiros também, porque os brasileiros são mais famosos pelas compras do que por gastos com parques temáticos.

Bommarito explica que a US Travel association tem bons motivos para investir num Plano de Promoção Turística:

:: viagens de turismo é a área que mais emprega em todo o mundo, fora o  governo, e tem mais que o dobro de trabalhadores da indústria automobilística
:: está comprovado que viajar no fim de semana com a família previne contra ataques cardíacos e que viajar para fora não é apenas lazer, pois enriquece a carreira e a criança melhora na escola, entre tantos outros benefícios
:: viagens e turismo é uma dessas atividades que tocam em todas as comunidades
:: o “business travel” dá retorno para as empresas que investem em viagens de empregados na proporção de US$3,80 de retorno para cada US$1,00 gasto.

Plano de Promoção Turística dos EUA

1 – Criar um programa promocional coordenado nacionalmente.
2 – Comunicar melhor as leis de turismo dos EUA.
3 – Promover os EUA como destino.
4 – Atrair 1,6 milhões a mais de turistas que deixem 4 bilhões em receita.
5 – Desenvolver o Programa de Aeroportos Modelo, os principais portões de entrada para os EUA, aumentando o pessoal, melhorando a sinalização, melhorando o gerenciamento de filas, trabalhando os mecanismos de boas-vindas para transmitir uma mensagem positiva.

Bull enfatizou no final o grande estímulo que é a diminuição no tempo de espera pelo visto americano.  Em 2008 eram 3 a 6 meses; em 2010 será 1 mês a semanas.  E também a importância da POW WOW, maior feira internacional nos EUA, com cerca de 5.000 participantes.

Encerrou com uma frase de Einstein:

“Viajar é fatal para a discriminação,  o racismo e a mente curta.”

O turista brasileiro

Segundo Paul Wilke, líder de Estratégias de Relações Públicas da VISA, 10% dos gastos no mundo são feitos com o cartão VISA.

O Brasil  é um gerador importante de economia turística no mundo.   Portadores de cartão VISA contribuem com cerca de US$5 milhões por dia para a economia turística brasileira.  Em 2009, os brasileiros gastaram R$1,85 bilhões no exterior.  EUA, Argentina, Itália e Paraguai são os destinos top dos brasileiros portadores de cartão VISA, ou seja, onde gastaram mais.

Quanto os portadores de cartão de crédito gastam como turistas usando o VISA?

Por destino:

EUA: US$500 milhões
França: US$150 mi
Portugal: US$140 mi
Itália: US$130 mi
UK: US$130 mi
Espanha: US$120 mi
Alemanha: US$110 mi
Argentina: US$100 mi
Suécia: US$90 mi
Noruega: US$80 mi

“Quando as pessoas gostas, têm boa experiência com um destino, elas voltam.  Uns virão pela primeira vez ao Brasil na Copa ou nas Olimpíadas, e vai estar cheio de gente; por isso, vão querer voltar para de fato curtir, afirmou Paul.”

Os brasileiros, por sua vez, gostam de comprar, dormir e comer, mas compram muito mais do que dormem e comem.  Os brasileiros viajam muito e vão viajar muito mais este ano.

Plano de Ação do Brasil como destino turístico :: Plano Aquarela

Debate com Jeanine Pires, diretora da Embratur, mediado por William Waak.

Jeanine Pires é responsável pela divulgação do Brasil no exterior e comenta a apresentação de Paul Wilke, da VISA.  Começa mostrando vídeos do marketing do Brasil em inglês no exterior, que podem ser vistos no YouTube/VisitBrazil, uma novidade em ferramenta desenvolvida pelo Google especialmente para o Brasil.

Waak pergunta a Jeanine Pires: “Que lições a palestra de Paul Wilke lhe trouxe?

Jeanine Pires responde: Primeiro parabeniza a VISA pela iniciativa nos jogos de Vancouver, e complementa que:

37% dos brasileiros vão para a América do Sul,
32% para a Europa,
38% para a América do Norte,
14% para visitar família e amigos, e que
o agente de viagens ainda é responsável por 60% da informação ao viajante brasileiro.

Afirma ainda que:

Os estrangeiros viajam pelo Brasil mais a negócios.
Os brasileiros gastam lá fora o dobro do que a some de tudo o que os estrangeiros gastam no Brasil, porque o brasileiro compra muito no exterior e o estrangeiro no Brasil gasta mais em atividades .

O turismo lá for a está lutando para que o brasileiro lute pelo turismo, mas o Brasil precisa se preparar porque o turismo é muito suscetível a problemas da economia, catástrofes e doenças.  O Brasil estará preparado?

Em 2010 o Brasil será o 10° em contribuição do turismo no PIB, o 7° na geração de empregos indiretos, o 5° nos diretos e o 5° em investimentos no setor.  A meta do Plano Aquarela é duplicar a quantidade de turistas estrangeiros no Brasil até 2020, e triplicar a receita deixada por eles.

Waak pergunta: “Visto fora, Paul, o Brasil se livrou da imagem de samba, futebol e mulher?

Paul Wilke responde: Que o que viu como estrangeiro no Brasil pela primeira vez é que vai voltar.  O Brasil tem muito o que mostrar e vai voltar para ficar mais tempo.  Há muito mais do que a tradicional imagem, e isso está mudando e vai mudar ainda mais com estratégia.

Jeanine Pires complementa: A diferença é que o Canadá, por exemplo, se constrói em cima de sua reputação, então o Brasil precisa se construir sobre uma reputação.  O Brasil está acelerando procedimentos para mudar sua imagem, mas ela já está mudando porque hoje é um país que discute os temas que interessam ao mundo (emissão carbono, energia limpa, etc).  A imagem das mulheres seminuas acabou e está só em nossa memória, com excessão da Sapucaí, que é lindo.

O debate foi encerrado com a fala de Jeanine Pires, afirmando o seguinte:  “O Brasil precisa falar menos de preço e mais de valor.”


DIREITO DO CONSUMIDOR :: INVESTIMENTO x RISCO NO SETOR

Em forma de painel, foi mediado também por William Waak, dando abertura com a palavra de Josué Rios, especialista em direito do consumidor e docente na PUC-SP.

Entendendo os conceitos

Josué Rios abre explicando que “consumidor é aquele que compra e é aquele que utiliza.”

No turismo a expectativa do consumidor é muito alta.  Na hora da venda é tratado como ser humano porque senão ele não decide.  No pós-venda é onde o desafio do trade é maior, porque é o momento da execução do contrato.  “Não se pode brincar com a expectativa do consumidor de turismo”, afirmou.  “As empresas não precisam ser perfeitas.  Não há empresa perfeita.  A questão é o que a empresa tem ou adota como politica para dar atendimento e lidar com a frustração do consumidor”, concluiu.

Entendimento do PROCON sobre a responsabilidade das agências

Neste painel, representado por Márcio Marcucci, que abre afirmando que o código do consumidor diz que tem responsabilidade quem tem participação.  Por um lado há a responsabilidade dos órgãos administrativos, por outro lado a dos fornecedores junto ao consumidor.  A agência é quem o consumidor conhece como fornecedor, e é por isso que ele processa a agência pela responsabilidade.

Houve grande comoção entre os ouvintes presentes que começaram a questionar como fica a situação das agências quando são responsabilizadas por prejuízos que o consumidor teve por ser assaltado ou por ter sido vítima de algum desastre natural como Tsunamis, Furacões, erupção de Vulcões, etc.  O representante do PROCON afirmou que a agência é responsável sim, porque pelo menos deveria alertar o consumidor do perigo de viajar para determinada região em determinada época.  Que como fornecedora direta, empresa que lida diretamente com o consumidor e seus interesses, a agência deve ser profissional na venda dos produtos e serviços, e não apenas uma simples loja.  Assegurou que apesar da responsabilidade implícita, o PROCON analisa caso-a-caso.

Daqui iniciou-se a polêmica que obviamente não teria fim.  A grande questão levantada pelas agências durante o painel, até com certo sarcasmo, é que sendo assim as agências deveriam fechar as portas porque elas não têm como prever certos desastres, e se forem dizer a todo cliente que não vá para determinado lugar porque poderá ser assaltado, o turismo se acaba, porque assaltos acontecem em todas as cidades do mundo e o viajante precisa também ter bom senso e tomar certas precauções para não se expôr ao risco, como, por exemplo, investigar quais regiões ou bairros das cidades que pretende visitar, não são recomendáveis, e evitá-los.  O representante do PROCON insistiu que as agências deveriam ter essas informações também.  No fim, o presidente do Panrotas encerrou prometendo a realização de um novo Painel sobre o mesmo tema em alguma data no trancorrer do ano.


Aqui encerrou-se o evento.  Como expectadora, a impressão que ficou em mim é que há a necessidade de não apenas discutir muito mais as dificuldades que temos no Brasil no desenvolvimento do setor, mas também discutir as soluções e documentá-las.  O que vejo é que em eventos de alta relevância como o Fórum Panrotas, que conseguem reunir representantes de todas as partes na cadeia de negócios, é fundamental discutir as soluções, documentá-las, e levá-las ao conhecimento de quem toma as decisões.  Vejo também que as agências estão muito avulsas na expressão de suas opiniões e que, portanto, precisam se unir mais, participar mais das associações e sindeturs, e exigir destes uma ação mais efetiva junto aos dirigentes, utilizando documentos como esse.  Maior representatividade do que esta, em que se reúnem associações de classe, instituições públicas e iniciativa privada, não há.

Este é apenas um apanhado para colocar você a par.  Matérias com informações precisas e completas você encontra no site www.panrotas.com.br/forum.

(Marina Leal, gerente de marketing das Empresas Schultz)

Speak Your Mind